Inventário de ativos: do “acho que tem” ao controle
GLPI
Notebook, monitor, licença e o que está com quem. Como o inventário no GLPI corta compra às cegas e notebook fantasma.
“Acho que tem um notebook na sala de reunião” não é inventário. Inventário é saber o que existe, em que estado está, com quem está e quando a garantia acaba. Sem isso, a empresa compra máquina nova com três paradas no armário e licença duplicada no cartão corporativo.
Planilha de patrimônio envelhece na primeira transferência de colaborador. O lugar certo é o mesmo sistema do chamado: ativo ligado à pessoa, ao ticket e ao contrato.
Por onde começar sem travar a operação
- Parque crítico: notebooks, servidores e licenças caras
- Regra de entrada e saída no onboarding
- Etiqueta ou padrão mínimo de identificação
- Revisão trimestral — não um mutirão anual que ninguém termina
No GLPI da Webinfor, inventário entra quando o chamado já está no ritmo. Primeiro o hábito de registrar. Depois o ativo. É assim que o “acho que tem” vira controle — e a compra deixa de ser no escuro.